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2014: o ano em que Tim Cook saiu da sombra de Steve Jobs!


Depois de três anos no cargo, parece que finalmente a Apple deixou de ser comandada pelo “substituto de Steve Jobs” e assumida por Tim Cook. O ano de 2014 finalmente marcou a virada para o executivo, que pode sair da sombra de Jobs para tomar as rédeas da companhia por conta própria e apresentar resultados positivos, além de ser eleito personalidade do ano pelo Financial Times.

De uma reunião anual com acionistas para outra, as ações da empresa se valorizaram em quase 50%, batendo a casa dos US$ 700 bilhões, apesar de já ter descido deste patamar. Espera-se que a Apple seja a primeira a empresa a bater a valorização de US$ 1 trilhão nas bolsas em algum momento nos próximos anos sob a liderança de Tim Cook.

O ano foi especialmente significativo para o executivo porque foi a primeira vez em que ele teve a honra de subir ao palco para apresentar novos produtos e serviços da empresa, e não apenas continuações do trabalho de Jobs. Cook teve a oportunidade de revelar o Apple Watch, o Apple Pay, além de lançar novos iPhones com um tamanho maior, algo que era rejeitado com vigor por Jobs enquanto era vivo.

Com novas categorias de produtos, a empresa se embrenhou em duas novas áreas antes inexploradas. Agora a empresa entrou na área de moda e finanças, dando novo fôlego ao tão alardeado “espírito inovador” da empresa.

Um dos destaques de sua gestão é o fato de ter se cercado de novas pessoas. O executivo, que assumiu a homossexualidade neste ano, contratou vários novos funcionários e também recheou o quadro de diretores com mulheres. Até então, a empresa era comandada apenas por homens brancos, mas agora há três representantes do sexo feminino. Ele espera também dar mais espaço para minorias étnicas, também.

Cook também se destacou pela agilidade para solução de problemas e pela forma impiedosa como ele lida com eles. É o caso do Apple Maps, de 2012, um fracasso absoluto. Scott Forstall, responsável pela sua criação e aliado muito próximo de Jobs foi demitido pela falha.
Mesmo assim, ele parece ter a admiração de seus funcionários e parceiros. Além dos resultados positivos com as vendas de iPhones batendo recordes novamente, sua personalidade também chama a atenção.

“Ele é informal, franco, acessível e muito autêntico. É a marca do CEO moderno. O que você vê é o que ele é”, afirma Ginni Rometty, presidente da IBM.

Fonte: Olhar Digital - Via Folha de S. Paulo
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Sobre: Antonio Junior

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