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Facebook quer ter outros sentimentos além de "curtir"!



Nesta quinta-feira, 11, Mark Zuckerberg participou de mais uma sessão de perguntas e respostas e aproveitou o momento para explicar seus planos para o tão pedido botão “dislike”. Ele reafirma que o Facebook nunca terá o botão, mas que a rede social estuda, sim, ter outras emoções além do tradicional “curtir”.

O exemplo dado por ele, é que existem muitas situações nas quais o “like” não faz sentido, como momentos tristes da vida. A empresa pensa, sim, em como tratar estes outros sentimentos e como utilizá-los com apenas um botão, ou de uma forma simples, como hoje funciona a curtida atualmente.

Zuckerberg, no entanto, ressalta que isso é algo que não deve chegar à rede social em breve e não há planos de implantação no momento.

Segundo o fundador da rede social, este é um assunto que é realmente discutido internamente no Facebook. Ele diz que sente que não há a necessidade de haver um mecanismo de votos na rede social, nem mesmo um botão específico.

Além disso, para quem realmente acha que o botão “dislike” é realmente importante, Zuckerberg é afirmativo: não haverá botão dislike em momento algum.

Por que não o "dislike"?
Bret Taylor, criador do botão like (curtir) e ex-executivo do Facebook, já havia explicado por que a rede social nunca terá uma função inversa. A explicação, um tanto óbvia, é que a adoção de um recurso de desagrado poderia trazer uma série de consequências infelizes para os usuários e para a rede em si.

“Pensamos muito nisso. Na verdade, até a palavra foi questionada. Lançamos o curtir porque muitas vezes as pessoas querem reconhecer algo que alguém fez, mas não têm nada a dizer”, conta Taylor, que hoje é CEO do aplicativo de produtividade Quip. A princípio, diz ele, o recurso se chamaria “Cool” ou “Wow” - que também funcionam como manifestações positivas. 

Na visão do ex-executivo do Facebook, um botão de “antipatia” não funcionaria da mesma maneira direta que o "curtir" e poderia até acabar em cyberbulling. “Tenho a sensação de que se houvesse um botão de aversão, ele traria resultados sociais negativos. Se você não gosta de algo, provavelmente há algo a dizer a respeito, então é melhor comentar", declarou.

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Sobre: Antonio Junior

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